.Uma ação da Polícia Federal terminou com a prisão de quatro homens e a apreensão de R$ 2,7 milhões em dinheiro vivo, na tarde de sexta-feira (20), em Recife. O caso ganhou repercussão pela forma como o valor era transportado: em malas, logo após um saque em uma agência bancária no centro da cidade.
Segundo as investigações, o grupo chegou à capital pernambucana em um jato particular, o que levantou suspeitas e motivou o monitoramento. A abordagem ocorreu no momento em que os homens deixavam o banco com o dinheiro.
Entre os detidos estão um assessor do deputado federal Vinicius Carvalho e um ex-assessor da vereadora Vania Ramos, além de um comerciante e um empresário. Todos foram levados à sede da Polícia Federal, onde permanecem à disposição da Justiça.
O episódio provocou reação imediata no meio político de Marília. A vereadora afirmou ter sido surpreendida e destacou que o ex-assessor já não fazia mais parte de sua equipe desde o início do mês. Já o deputado informou que exonerou o funcionário assim que soube da prisão e negou qualquer ligação com o caso.
A Polícia Federal investiga a origem do dinheiro e suspeita que o grupo possa atuar na ocultação de valores de origem ilícita. A forma de movimentação da quantia chamou atenção dos investigadores.
Por outro lado, a defesa de parte dos envolvidos sustenta que o dinheiro tem origem em atividades privadas legais e nega qualquer irregularidade.
As apurações seguem sob sigilo, com análise de documentos e movimentações financeiras. A expectativa é que o avanço das investigações esclareça a origem do montante e a real atuação dos suspeitos.
Segundo as investigações, o grupo chegou à capital pernambucana em um jato particular, o que levantou suspeitas e motivou o monitoramento. A abordagem ocorreu no momento em que os homens deixavam o banco com o dinheiro.
Entre os detidos estão um assessor do deputado federal Vinicius Carvalho e um ex-assessor da vereadora Vania Ramos, além de um comerciante e um empresário. Todos foram levados à sede da Polícia Federal, onde permanecem à disposição da Justiça.
O episódio provocou reação imediata no meio político de Marília. A vereadora afirmou ter sido surpreendida e destacou que o ex-assessor já não fazia mais parte de sua equipe desde o início do mês. Já o deputado informou que exonerou o funcionário assim que soube da prisão e negou qualquer ligação com o caso.
A Polícia Federal investiga a origem do dinheiro e suspeita que o grupo possa atuar na ocultação de valores de origem ilícita. A forma de movimentação da quantia chamou atenção dos investigadores.
Por outro lado, a defesa de parte dos envolvidos sustenta que o dinheiro tem origem em atividades privadas legais e nega qualquer irregularidade.
As apurações seguem sob sigilo, com análise de documentos e movimentações financeiras. A expectativa é que o avanço das investigações esclareça a origem do montante e a real atuação dos suspeitos.